Conceito de cidade em 15 minutos orienta investimentos, e ampliação do funding surge como medida imperativa
A trajetória de Ruy Kameyama e a atuação de construtoras como Conata e OCC ilustram uma mudança estrutural no underwriting imobiliário
Vendas em São Paulo crescem 26,8% em um mês, teto do SFH salta para R$ 2,25 milhões e novos veículos de investimento redesenham o pipeline da incorporação nacional
Quinta edição do evento em Fortaleza consolidou o Nordeste como fronteira de investimentos em logística, energia e saneamento, com reflexos diretos no mercado imobiliário regional.
A ascensão de perfis operacionais ao centro das decisões de investimento altera underwriting, governança de SPEs e a relação entre incorporadoras e investidores institucionais.
Meta é alcançar 3 milhões de unidades habitacionais contratadas até o final do ano; nos escritórios, menos Faria Lima, mais Pinheiros e Chucri Zaidan
Executivos à frente da Hype Empreendimentos e da Tradener personificam a descentralização de investimentos para Centro-Oeste e Nordeste em 2026
Setor movimentou R$ 1,1 bilhão em 2025 e projeta crescimento de 31,5% no estoque de unidades, mas ainda representa fração mínima do mercado imobiliário nacional.
Redução dos depósitos compulsórios ao BC e aumento do orçamento do MCMV impulsionam o segmento, mas Selic alta reduz apetite dos bancos privados
Em entrevista ao GRI Institute, o CEO Pedro van den Berg comenta as estratégias em cada fundo; TIR média é estimada em 20% ao ano
Setor movimentou R$ 1,1 bilhão em 2025, mas representa apenas 3% dos investimentos imobiliários. A camada operacional será decisiva para escalar.
Com INCC pressionado e investidores exigindo previsibilidade, profissionais como Ruy Kameyama, Jefferson Nogaroli e líderes da Conata ganham protagonismo estratégico no ciclo 2026-2028.
Modelo possibilita receita recorrente e saída planejada do ativo, encontra respaldo na dificuldade de aquisição da casa própria e tem funding disponível
A saída do executivo da Azzas 2154 e a ascensão de construtoras como Conata e OCC revelam um novo perfil de liderança operacional no real estate brasileiro.
Logística com vacância em mínimas históricas, residencial popular turbinado pela Faixa 4 do MCMV e multifamily em expansão compõem a agenda do principal encontro do real estate brasileiro.