Líderes como Beto Horst, Jefferson Nogaroli e José Carlos Cassaniga consolidam o Paraná como polo de capital e inovação imobiliária de escala nacional.
A corrida entre estados por projetos de data centers expõe o descompasso entre incentivos federais e gargalos locais que definem a viabilidade real dos investimentos
Com R$ 12 bilhões em investimentos previstos até o fim do ano, o setor enfrenta riscos operacionais, climáticos e regulatórios que ainda não entraram na conta de muitos investidores.
Com 54% de ociosidade na indústria do aço e demanda aquecida por galpões logísticos e data centers, fabricantes verticalizados ganham protagonismo na cadeia de valor do real estate industrial brasileiro.
Setor opera com apenas 46% da capacidade instalada e abre espaço para players verticalizados como a Premoaço escalarem sem novos investimentos em plantas fabris.
CEOs como Diego Villar e Bruno Patriani lideram a conversão de incorporadoras tradicionais em ecossistemas diversificados que integram incorporação, renda, mercado de capitais e inovação tecnológica.
Capacidade instalada de TI em data centers atinge 1 GW no país, e grandes carriers internacionais redesenham a cadeia de valor de ativos de infraestrutura digital