Mercado imobiliário logístico terá que se adaptar à reforma tributária, à escassez de mão de obra e privilegiar características próprias do mercado brasileiro
Segmento de alto padrão se destaca com crescimento de 40,3% no valor geral de vendas, consolidando a região como polo de investimentos
Um IPO de REIT de ₹4.000 crore, um portfólio de 20,3 milhões de pés quadrados e uma transição geracional que testará se o setor imobiliário familiar pode atender aos padrões de governança de nível institucional.
Com mais de R$ 20 bilhões sob gestão combinados, players de perfil operacional distinto disputam segmentos fora do radar das grandes incorporadoras.
O family office peruano Emefin, a chilena Independencia AGF e os fundos mexicanos Artha Capital e Arzentia Capital configuram um circuito transfronteiriço de investimento imobiliário na América Latina.
Executivos como Dan Chor, Alan Zelazo, Jorge Goldenstein e Rodrigo Arruy operam como pontes entre capital offshore e ativos reais no Brasil, num momento de inflexão regulatória e institucional.
Alan Zelazo, Dan Chor, Jorge Goldenstein e Ely Wertheim operam na interface entre investidores internacionais e grandes ativos no Brasil, redesenhando a originação de negócios num cenário de Selic a 15%
Com portfólio de R$ 6 bi e foco fora do eixo Faria Lima, butiques de investimento imobiliário ampliam presença em nichos regionais e de retrofit urbano
Uma onda de refinanciamento de €500 bilhões e regulações bancárias mais rígidas estão redefinindo quem empresta, quem toma e a que preço no imobiliário europeu.
Com a recuperação dos volumes de investimento europeus e a regulação francesa remodelando estratégias de ativos, encontros institucionais evoluem para infraestr
Richard Nordell, Navid Chamdia e uma geração de intermediários formados em Londres estão redesenhando os fluxos de capital entre o Reino Unido e o Golfo.
Em paralelo, imóveis compactos lideram lançamentos e tokenização enfrenta nova barreira regulatória
Dan Chor, Alan Zelazo, Jorge Goldenstein e Ely Wertheim representam vertentes complementares de um ciclo que movimentou R$ 264 bilhões em 2025.