Redução dos depósitos compulsórios ao BC e aumento do orçamento do MCMV impulsionam o segmento, mas Selic alta reduz apetite dos bancos privados
Em entrevista ao GRI Institute, o CEO Pedro van den Berg comenta as estratégias em cada fundo; TIR média é estimada em 20% ao ano
Setor movimentou R$ 1,1 bilhão em 2025, mas representa apenas 3% dos investimentos imobiliários. A camada operacional será decisiva para escalar.
Com INCC pressionado e investidores exigindo previsibilidade, profissionais como Ruy Kameyama, Jefferson Nogaroli e líderes da Conata ganham protagonismo estratégico no ciclo 2026-2028.
Modelo possibilita receita recorrente e saída planejada do ativo, encontra respaldo na dificuldade de aquisição da casa própria e tem funding disponível
A saída do executivo da Azzas 2154 e a ascensão de construtoras como Conata e OCC revelam um novo perfil de liderança operacional no real estate brasileiro.
Logística com vacância em mínimas históricas, residencial popular turbinado pela Faixa 4 do MCMV e multifamily em expansão compõem a agenda do principal encontro do real estate brasileiro.
Análise dos projetos premiados na última edição aponta tendências em residencial para renda, varejo premium, logística ESG e captação via FIIs.
Dealmakers institucionais operam no epicentro de um mercado que bateu recordes de VGV mesmo sob juros restritivos, exigindo estruturas de capital cada vez mais sofisticadas.
VGV lançado alcança níveis recordes, enquanto perfil do funding muda e exige diversificação de fontes para as incorporadoras
Crescimento dos FIIs, formação de JVs e valorização do Real são atrativos, mas há desafios importantes; IED foi o melhor em 10 anos em 2025
Financiamento à construção via SBPE deve subir de R$ 6 bi para R$ 20 bi em 2026; saques do FGTS preocupam, e FIIs de shopping centers agitam o mercado
A expansão imobiliária do interior paulista cria um ecossistema inédito onde desenvolvedores locais e bancos de investimento redesenham a lógica de alocação de capital no Brasil
Braço imobiliário da família Fares opera o maior ativo logístico do Brasil e exemplifica a transição de family offices para desenvolvedores operacionais sofisticados.
A convergência entre real estate e infraestrutura exige um novo perfil de liderança: profissionais que dominam a engenharia financeira e a execução operacional de transações bilionárias.