Inscreva seu projeto ou iniciativa em uma ou mais categorias da principal premiação do mercado imobiliário no país; confira informações e histórico
Holdings diversificadas com origem fora do real estate estruturam divisões imobiliárias com governança institucional e executivos-ponte para capturar o ciclo de 2026.
Com aposta em fundos de tijolo, branded residences e leitura antecipada do ciclo de juros, o banco reposiciona sua estratégia de alocação em real estate no Brasil.
Perfis híbridos como Fabio Russo Correa e Edith Bertoletti indicam nova fase de profissionalização na estruturação de fundos e ativos de real estate no Brasil
A transição geracional de grandes proprietários fundiários para operações estruturadas de real estate revela uma nova fronteira de alocação de capital no Brasil.
A adoção de inteligência artificial nos departamentos financeiros será um dos principais diferenciais competitivos das incorporadoras nos próximos anos
Lucro presumido é duplamente penalizado e perde atratividade, empurrando as empresas para uma reavaliação estrutural de seus regimes tributários
Fechamento do Estreito de Ormuz reduz oferta de petróleo e deve causar inflação; confira também outros destaques da semana
Fortunas industriais centenárias como a dos Brennand migram para real estate e infraestrutura, replicando a lógica de family offices operacionais que já domina o Sul e o Sudeste
Mercado imobiliário logístico terá que se adaptar à reforma tributária, à escassez de mão de obra e privilegiar características próprias do mercado brasileiro
Segmento de alto padrão se destaca com crescimento de 40,3% no valor geral de vendas, consolidando a região como polo de investimentos
Um IPO de REIT de ₹4.000 crore, um portfólio de 20,3 milhões de pés quadrados e uma transição geracional que testará se o setor imobiliário familiar pode atender aos padrões de governança de nível institucional.
Com mais de R$ 20 bilhões sob gestão combinados, players de perfil operacional distinto disputam segmentos fora do radar das grandes incorporadoras.
O family office peruano Emefin, a chilena Independencia AGF e os fundos mexicanos Artha Capital e Arzentia Capital configuram um circuito transfronteiriço de investimento imobiliário na América Latina.
Executivos como Dan Chor, Alan Zelazo, Jorge Goldenstein e Rodrigo Arruy operam como pontes entre capital offshore e ativos reais no Brasil, num momento de inflexão regulatória e institucional.