São Paulo registrou absorção líquida duas vezes superior ao volume de novas entregas no segundo trimestre
A hiperespecialização de escritórios de nicho redefine padrões de governança e precificação de risco em veículos imobiliários listados no mercado brasileiro
Executivos com redes em Londres, Dubai e Nova York atuam como tradutores entre capital global e ativos locais, redefinindo a estruturação de deals imobiliários no Brasil.
Com R$ 12 bilhões em investimentos previstos até o fim do ano, o setor enfrenta riscos operacionais, climáticos e regulatórios que ainda não entraram na conta de muitos investidores.
Fundos imobiliários brasileiros ainda são altamente dependentes do varejo local, e ETF é rampa de acesso para os gringos
Beto Horst, Bruno Fakiani e uma nova camada de liderança paranaense convertem patrimônio industrial e capital de alta renda em incorporação de alto padrão
Incentivos fiscais e urbanísticos, além de financiamento específico da Caixa, convergem para consolidar um mercado de até R$ 40 bilhões anuais até 2040
Executivos como Beto Horst e Jefferson Nogaroli articulam a convergência entre patrimônio industrial familiar e incorporação em um Paraná que transaciona bilhões e atrai atenção institucional.
Com vacância técnica de 4,6%, faturamento recorde e FIIs de shopping valorizando 25,2% em 2025, o setor de shopping centers consolida ciclo de maturidade operacional.
De Curitiba a Maringá, fortunas do agronegócio, cooperativismo e indústria migram para o desenvolvimento imobiliário institucional e criam um ecossistema de funding singular
Com 54% de ociosidade na indústria do aço e demanda aquecida por galpões logísticos e data centers, fabricantes verticalizados ganham protagonismo na cadeia de valor do real estate industrial brasileiro.
Curitiba bateu recorde histórico de transações, crédito imobiliário cresce quase 60% em uma década e novo modelo de funding amplia liquidez no mercado sulista.
Movimentação mais recente é a entrada do fundo de pensão canadense CPPIB no segmento
Setor opera com apenas 46% da capacidade instalada e abre espaço para players verticalizados como a Premoaço escalarem sem novos investimentos em plantas fabris.
Escassez de galpões AAA e crescimento consistente da demanda indicam o caminho para os FIIs do setor