Tradicional do setor sucroalcooleiro, o grupo exemplifica a migração de capitais industriais familiares do Nordeste para energia renovável, saneamento e PPPs no Brasil.
Com Selic elevada e risco regulatório como variável dominante de precificação, boutiques financeiras e bancas especializadas formam nova camada institucional no pipeline de R$ 300 bilhões em infraestrutura.
Com R$ 300 bilhões projetados em investimentos, boutiques financeiras independentes ganham espaço em M&A e estruturação de concessões frente aos grandes bancos.
A corrida entre estados por projetos de data centers expõe o descompasso entre incentivos federais e gargalos locais que definem a viabilidade real dos investimentos
Antonio Mazzafera, José Carlos Cassaniga e Rodrigo Arruy concentram influência na governança de rodovias e mobilidade no maior pipeline de PPPs da história do Brasil
Com R$ 84,9 bilhões em capex previstos para rodovias e Selic projetada em 12,25%, a precificação dos leilões depende cada vez mais da sofisticação na modelagem financeira e na gestão de custos de construção.
Executivos com passagem pelo governo federal e estadual ocupam posições estratégicas no setor privado e lideram a agenda de concessões e PPPs que soma mais de R$ 265 bilhões em 2026.
Com Selic projetada em 14%, inflação acima da meta e spreads que saltaram de +5 para +45 pontos-base, emissores precisam recalibrar indexadores e estruturas de dívida.
Com Selic a 14,75% e investimentos projetados em R$ 300 bilhões, bancos globais e locais operam teses opostas de project finance para capturar mandatos em 2026
Com R$ 265 bilhões em concessões e PPPs contratadas previstas para 2026, novos líderes emergem na reconfiguração de ativos rodoviários, urbanos e energéticos.
Com R$ 703,6 milhões liquidados no primeiro bimestre de 2026, o estado concentra leilões rodoviários bilionários e atrai novos dealmakers ao ecossistema regional.
Empresas como BP Real Estate Pro e Fortcasa disputam concessões municipais, mas o salto de incorporadora a operadora de infraestrutura urbana demanda competências que o setor ainda precisa construir.
Estado bate recorde de investimentos em 2025, estrutura fundo soberano e avança com PPPs em educação e saneamento sob liderança de nomes como Jefferson Nogaroli e Beto Horst.
Family offices brasileiros avançam sobre rodovias, energia e saneamento num ciclo de R$ 300 bilhões, mas governança e estrutura de capital definem quem ficará no jogo
Com R$ 757 bilhões em projetos de concessões e PPPs em estruturação, o país vive uma inflexão na qual a liderança privada define o ritmo da infraestrutura.