A Lei 15.190 cria categorias inéditas de receita acessória verde que alteram a engenharia financeira das concessões rodoviárias já operacionais no Brasil.
Excesso de judicialização, reforma tributária e transferência de custos de entes públicos são desafios para concessionárias e operadores do setor
Ciclo recorde de leilões federais abre espaço para grupos diversificados que enxergam infraestrutura como vetor estratégico de portfólio
Com investimentos projetados em R$ 300 bilhões para 2026, o superciclo de infraestrutura brasileiro depende de dealmakers que conectam concessionárias, fundos e mercado de capitais.
A Lei 15.190 e a Licença Ambiental Especial alteram simultaneamente TIR e WACC, criando nova fronteira de investimento em infraestrutura rodoviária no Brasil.
Com investimentos recordes projetados para 2026, o ecossistema de infraestrutura brasileiro reorganiza suas lideranças e amplia fronteiras em data centers e logística.
Com investidores estrangeiros dominando 59% das operações de M&A na região, a construção de veículos de co-investimento regional se torna prioridade estratégica para o setor.
Com pipeline de até R$ 300 bilhões e pressão regulatória por diversidade, presença feminina avança da governança para a estruturação executiva de projetos complexos
A diversidade nos conselhos de administração deixa o campo reputacional e passa a influenciar custo de capital, acesso a debêntures incentivadas e competitividade em licitações com critérios ESG.
Pipeline de ativos rodoviários, novos veículos de capital e regulação responsiva configuram uma fronteira de valor estimada em bilhões de reais para a próxima década.
Artha Capital, Emefin, Arzentia Capital e Independencia competem para financiar um pipeline sem precedentes sob o novo modelo de investimento misto do Plan México.
Ex-gestores públicos migram para o setor privado e moldam os instrumentos de captação num ciclo que deve alcançar R$ 300 bilhões em investimentos em 2026.
O cruzamento entre a tese de valor das concessões rodoviárias e a agenda de diversidade na governança abre uma fronteira competitiva ainda inexplorada no Brasil
Lei 15.190 é o maior avanço regulatório ambiental do Brasil em quatro décadas, mas a incapacidade de que seja executada cria um novo tipo de risco
Saneamento lidera pipeline com PPPs previstas para 261 municípios, enquanto energia renovável e transporte ampliam a fronteira de investimentos na região