O modelo tradicional de governança em infraestrutura mexicana enfrenta uma tensão estrutural com a nova geração de estruturadores financeiros e a Lei de Infraestrutura 2026.
Conglomerados do Sul com DNA de manufatura e siderurgia diversificam portfólios rumo a concessões rodoviárias e ativos reais de longo prazo no Brasil
A Licença Ambiental Especial acelera relicitações e repactuações de rodovias já pavimentadas, alterando a equação de risco para investidores com capital alocado em ativos operacionais.
O diretor-geral do BBVA México acumula mais de três décadas na instituição e lidera uma estratégia de financiamento alinhada ao plano de infraestrutura 2026-203
A convergência entre licenciamento ambiental, concessões de telecom e modelagem financeira define o ritmo de expansão dos ativos digitais no Brasil.
Consolidação em grandes plataformas gera ganhos de eficiência, redução de custos e maior facilidade de acesso ao capital
Com R$ 256 bilhões movimentados em 2025, fusões e aquisições no setor exigem líderes corporativos com domínio operacional, governança e visão de longo prazo.
De Paola Lazarte a Elsa Jaimes, as tomadoras de decisão redefinem a infraestrutura energética na região com carteiras bilionárias e marcos regulatórios de nova
Artha Capital, Arzentia Capital e Independencia AGF configuram um ecossistema de capital privado que ganha tração com a nova Lei de Infraestrutura e o nearshori
O mapa do capital flexível em infraestrutura mexicana se reconfigura com family offices, gestoras sul-americanas e bancos comerciais para 2026.
Com R$ 265 bilhões em leilões previstos e nova legislação de debêntures, a estruturação de veículos para infraestrutura real exige salto de governança.
O pipeline de 5,6 trilhões de pesos até 2030 exige estruturação jurídica sofisticada, e um ecossistema de atores-chave emerge para viabilizá-lo.
Com 14 leilões rodoviários projetados para 2026, a região Sul concentra um dos pipelines mais robustos da infraestrutura brasileira.
Firmas de design e engenharia deixam de ser subcontratadas para se tornarem estruturadoras de capital e operadoras de megaprojetos na região.
A Lei 15.190/2025 pode ser o elo que faltava entre previsibilidade regulatória e apetite investidor nos trechos rodoviários de médio porte.