A convergência entre a demanda exponencial de infraestrutura digital e os setores tradicionais está reprecificando spreads e exigindo novos instrumentos de dívida no Brasil
Alocação europeia em infraestrutura brasileira ganha granularidade com estratégias ESG-driven, horizonte de 25 anos e foco em brownfield regulado e transição energética.
Com 21 leilões de transportes programados e R$ 400 bilhões em concessões como meta federal, grupos familiares disputam espaço em energia, logística e saneamento.
País deve saltar de 826 MW para 1.746 MW até o fim de 2026 e será o primeiro da América Latina a ultrapassar 1 GW de capacidade instalada.
Tradicional do setor sucroalcooleiro, o grupo exemplifica a migração de capitais industriais familiares do Nordeste para energia renovável, saneamento e PPPs no Brasil.
A corrida entre estados por projetos de data centers expõe o descompasso entre incentivos federais e gargalos locais que definem a viabilidade real dos investimentos
Com R$ 265 bilhões em concessões e PPPs contratadas previstas para 2026, novos líderes emergem na reconfiguração de ativos rodoviários, urbanos e energéticos.