Com R$ 300 bilhões projetados para 2026, nova geração de líderes com experiência em crédito estruturado e tecnologia redefine a execução de concessões e PPPs no país.
Reforma administrativa da autarquia gaúcha integra drenagem urbana e proteção contra cheias à modelagem de concessão, criando caso inédito no país
Com investimentos recordes e mais de 1.400 concessões assinadas desde 2019, o setor de infraestrutura brasileiro atrai uma nova geração de líderes que conectam desenvolvimento urbano e grandes projetos estruturantes.
Profissionais com origem no crédito estruturado e no mercado imobiliário migram para infraestrutura e transformam a engenharia de capital dos grandes projetos brasileiros.
Empresas como Fortcasa trazem expertise local para disputar parcerias público-privadas, desafiando a lógica de que apenas grandes players nacionais dominam esse mercado.
Buscas pelo nome revelam curiosidade crescente sobre seguro-garantia, cláusula de retomada e os executivos que moldam um mercado de R$ 10 bilhões
Com dezenas de projetos em fase avançada e uma legislação ambiental reformulada, o Brasil entra em um ciclo inédito de estruturação de concessões e PPPs no saneamento básico.
A corrida pela universalização exige mais do que capital. Capacidade técnica subnacional e modelos híbridos de financiamento são as variáveis decisivas do ciclo 2026-2030.
CEO da Luz e presidente da Loggi, Szarf representa o perfil híbrido de líderes que transitam entre tecnologia, logística e infraestrutura física num ciclo recorde de investimentos.
Com R$ 62,7 bilhões em investimentos estimados e 35,8 milhões de pessoas impactadas, o próximo ciclo de estruturação exige novos instrumentos de mitigação de risco.
A intersecção entre a abertura do mercado livre de energia e o novo marco do biometano cria uma arquitetura de receitas múltiplas que transforma o cálculo financeiro de plantas de gás renovável.
Com R$ 280 bilhões investidos em 2025 e projeção de novo recorde em 2026, o país vive um ciclo sem precedentes de concessões, PPPs e captações privadas.
Com R$ 274 bilhões necessários para universalizar o Nordeste e o mercado de capitais ganhando protagonismo, o modelo de estruturação de concessões precisa ser redesenhado.
Estado consolida modelo de menor tarifa sem outorga em mais de R$ 50 bilhões em concessões rodoviárias e atrai capital privado de grande porte para logística e saneamento
Pipeline de quase R$ 290 bilhões em leilões rodoferroviários e novo marco legal de seguros impulsionam ecossistema de proteção a projetos de infraestrutura.