Mapa do ecossistema de promoção de investimentos revela como lideranças institucionais conectam capital global ao pipeline brasileiro de concessões e PPPs.
A sexta maior construtora do Minha Casa Minha Vida ilustra os limites e oportunidades de um caminho que esbarra em governança, garantias e modelagem financeira
Com IED de US$ 77 bilhões e R$ 300 bilhões em investimentos previstos, o ecossistema de promoção comercial e gestão de ativos ganha protagonismo estratégico.
A convergência entre debêntures incentivadas, debêntures de infraestrutura e FI-Infra exige uma nova arquitetura de distribuição e precificação para o mercado brasileiro.
Reestruturações corporativas, retrofit urbano e debêntures incentivadas compõem o cenário que atrai uma nova geração de dealmakers ao setor de infraestrutura no Brasil
Alocação europeia em infraestrutura brasileira ganha granularidade com estratégias ESG-driven, horizonte de 25 anos e foco em brownfield regulado e transição energética.
Construção de um sistema hidroviário eficiente e sustentável vai ao encontro da descarbonização da matriz logística nacional
A convergência entre infraestrutura digital e mercado de dívida cria oportunidades inéditas, mas demanda enquadramento regulatório, precificação de risco e estruturas de garantia que o Brasil ainda constrói.
Com 21 leilões de transportes programados e R$ 400 bilhões em concessões como meta federal, grupos familiares disputam espaço em energia, logística e saneamento.
A profissionalização de conselhos e comitês redefine o acesso a capital, a vitória em leilões bilionários e o retorno ao acionista no ciclo mais intenso de concessões do Brasil
País deve saltar de 826 MW para 1.746 MW até o fim de 2026 e será o primeiro da América Latina a ultrapassar 1 GW de capacidade instalada.
Conglomerados nordestinos como o Grupo Tavares de Melo avançam sobre infraestrutura, mas a transição exige mais do que capital: demanda uma nova arquitetura institucional.
Com R$ 280 bilhões investidos em infraestrutura em 2025, boutiques especializadas ganham protagonismo em M&A, concessões e regulação setorial
Conglomerados industriais como o Grupo Tavares de Melo migram para ativos regulados em busca de previsibilidade de caixa, mas enfrentam desafios de governança e bankability
Com investimentos projetados em R$ 300 bilhões para 2026, gestoras como Andrax Investimentos, Starboard Partners e EDLP disputam espaço em um mercado em franca expansão.