Com R$ 19 bilhões em saneamento e R$ 14,9 bilhões na Transnordestina, o Nordeste concentra o próximo grande ciclo de capital privado em concessões.
A lógica de valor do real estate redesenha PPPs urbanas e reposiciona o setor imobiliário como protagonista em concessões de mobilidade, saneamento e distritos
A queda de 28,4% no investimento público obriga a redefinir quem desenha os esquemas de investimento misto. A liderança feminina em estruturação jurídica e fina
Uma nova geração de líderes mexicanos redefine o desenvolvimento de infraestrutura ao fundir capital imobiliário, visão tecnológica e execução física em escala.
Gestoras como FLG Realty e LP Bens, lideranças como Ely Wertheim e um pipeline de R$ 265 bilhões em PPPs aceleram a fusão entre real estate e infraestrutura.
Radar de mercado mapeia os números, instrumentos regulatórios e tendências que marcaram o GRI Women Shaping Infrastructure Brazil 2026
Concessões rodoviárias, saneamento e energia renovável concentram as principais teses de investimento na região, com avanço regulatório estadual e entrada de no
Perfis técnicos e regulatórios se consolidam como fator decisivo para fechar a lacuna de infraestrutura na região andina e atrair capital institucional.
Lei 15.190/2025 e MP 1.308/2025 transferem risco ao empreendedor e exigem nova fluência regulatória de concessionárias e fundos de infraestrutura
Com investimentos privados recordes de R$ 234,9 bilhões em 2025, três executivos operam em segmentos complementares da estruturação de capital no Brasil
Diego Gutiérrez Chable, David Miranda Herrera e Felipe García Ascencio representam um perfil técnico-estratégico que articula capital, obra e política pública.
Com R$ 300 bilhões projetados pelo BNDES para 2026, o Brasil lidera um ciclo inédito em que transporte, energia e digitalização se fundem em um único vetor de c
A Lei 15.190/2025 promete acelerar projetos, mas a polarização regulatória cria um novo tipo de incerteza para investidores de longo prazo
Com R$ 280 bilhões do BNDES e projeção de R$ 300 bi em 2026, BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, XP e Santander protagonizam um superciclo de project finance.
Um plano mexicano de 5,6 trilhões de pesos e megaprojetos peruanos de US$ 3,8 bilhões definem o terreno onde operam os novos estruturadores.