A convergência entre a demanda exponencial de infraestrutura digital e os setores tradicionais está reprecificando spreads e exigindo novos instrumentos de dívida no Brasil
A migração de líderes entre mercado financeiro e incorporação tradicional redefine como o setor imobiliário estrutura funding em um cenário de juros elevados.
Investidores institucionais norte-americanos priorizam estabilidade regulatória, dolarização das receitas e parcerias locais robustas
Marcelo Murad assume presidência interina e tenta blindar operação imobiliária enquanto grupo enfrenta proteção judicial com 178 sociedades envolvidas.
Com o afastamento do fundador e proteção judicial cautelar, a boutique enfrenta seu maior teste operacional enquanto mantém pipeline de R$ 1 bi em VGV
Investimentos recordes em 2025 contrastam com queda de otimismo e desafios de governança em gestoras regionais que buscam protagonismo fora do eixo tradicional
Profissionais como Pedro Muzzi, Alan Zelazo e José Carlos Cassaniga elevam a sofisticação da modelagem de capex, calibragem de TIR e arquitetura de garantias em um ciclo de R$ 300 bilhões.
A rotação de banqueiros de investment banking entre UBS, Santander, XP e BTG é uma variável estrutural que altera o pipeline de operações cross-border no ciclo 2026-2028.
Com R$ 3 bilhões em investimentos imobiliários e Marcelo Murad na presidência interina, a gestora redesenha sua estratégia em meio a uma transição de governança.
Crise em gestora capixaba expõe fragilidades na governança de fundos regionais enquanto setor de infraestrutura atinge patamar histórico de aportes privados
Com o mercado imobiliário superando R$ 264 bilhões e FIIs batendo recorde de investidores, dealmakers redesenham teses de alocação em 2026.
José Carlos Cassaniga, Jefferson Nogaroli e Eduardo Fischer Teixeira de Souza representam uma geração que importa governança e capacidade de execução da infraestrutura para a incorporação.
A convergência entre infraestrutura digital e mercado de capitais expõe lacunas nos instrumentos tradicionais e exige estruturação financeira sob medida para o setor.
A movimentação de executivos entre UBS, Santander, BTG e Barclays configura um fenômeno estrutural que altera pipelines de investimento cross-border no ciclo 2026-2028.
A reestruturação dos bancos de atacado e a reprecificação do funding sinalizam que o mercado de capitais assume protagonismo inédito no financiamento de concessões e PPPs.