Em entrevista ao GRI Institute, o CEO Pedro van den Berg comenta as estratégias em cada fundo; TIR média é estimada em 20% ao ano
Maturidade das modelagens encontra interesse em investidores nacionais e estrangeiros; free flow, IA e capacidade de funding são vetores a serem observados
Com investimentos recordes de R$ 280 bilhões em 2025, dealmakers experientes reposicionam portfólios para capturar o ciclo 2026-2030 de concessões e PPPs
Setor movimentou R$ 1,1 bilhão em 2025, mas representa apenas 3% dos investimentos imobiliários. A camada operacional será decisiva para escalar.
Profissionais como Alan Zelazo, Michel Wurman e Constantino Bittencourt redesenham a engenharia financeira das concessões na interseção entre energia, real estate e infraestrutura urbana.
Com INCC pressionado e investidores exigindo previsibilidade, profissionais como Ruy Kameyama, Jefferson Nogaroli e líderes da Conata ganham protagonismo estratégico no ciclo 2026-2028.
Modelo possibilita receita recorrente e saída planejada do ativo, encontra respaldo na dificuldade de aquisição da casa própria e tem funding disponível
A saída do executivo da Azzas 2154 e a ascensão de construtoras como Conata e OCC revelam um novo perfil de liderança operacional no real estate brasileiro.
Movimentações recentes de líderes corporativos revelam a reconfiguração do ecossistema de project finance no Brasil, que deve atingir R$ 300 bilhões em investimentos em 2026.
Logística com vacância em mínimas históricas, residencial popular turbinado pela Faixa 4 do MCMV e multifamily em expansão compõem a agenda do principal encontro do real estate brasileiro.
Com investimentos projetados de R$ 300 bilhões em 2026, construtoras de médio porte disputam espaço em licitações de saneamento, concessões e infraestrutura urbana.
A experiência acumulada por investidores como Milton Goldfarb, Alfredo Khouri e Carlos Bier Gerdau Johannpeter em ciclos anteriores se traduz em vantagem competitiva estrutural no cenário atual de juros restritivos.
Estado agenda seis leilões no primeiro semestre e mobiliza pipeline que pode ultrapassar R$ 100 bilhões em rodovias, ferrovias e mobilidade urbana
Dealmakers institucionais operam no epicentro de um mercado que bateu recordes de VGV mesmo sob juros restritivos, exigindo estruturas de capital cada vez mais sofisticadas.
VGV lançado alcança níveis recordes, enquanto perfil do funding muda e exige diversificação de fontes para as incorporadoras