Com mais de 3 milhões de investidores em FIIs e R$ 200 bilhões sob custódia, o mercado exige gestores que operem ativos, não apenas administrem cotas.
Pesquisa realizada durante o GRI Fundos Imobiliários 2026 também indica as tendências em escritórios, shoppings e crédito
Confira os principais insights das empresas que lideram o setor reunidas no GRI Residencial para Renda 2026
Com apenas 52% do esgoto tratado, a capital gaúcha acelera a transição do modelo de autarquia para concessão parcial, com estudos em fase final e leilão previsto para o primeiro semestre de 2027.
A sanção do Marco Legal do Transporte Público cria as bases regulatórias para uma geração inédita de PPPs e concessões em 21 regiões metropolitanas brasileiras.
Recorde de cotistas, peso do varejo no patrimônio custodiado e transmissão digital ampliam o alcance do debate institucional sobre fundos imobiliários no Brasil.
Urbanizadoras e loteadoras de médio porte migram para concessões municipais em um mercado que já soma R$ 757 bilhões em projetos estruturados no país.
A metodologia de estruturação de projetos define quais concessões avançam e quais travam. Integrar instrumentos como debêntures incentivadas e FI-Infra na modelagem é condição para cumprir as metas de universalização.
O redesenho institucional do financiamento público ao saneamento exige nova governança, instrumentos calibrados e maior coordenação entre entes federativos.
Com R$ 200 bilhões em FIIs e crédito imobiliário em expansão, o mapa do capital institucional que circula nos encontros do GRI Institute
Calendário de eventos, perfil dos membros e tendências de alocação compõem um termômetro preciso do mercado imobiliário brasileiro no segundo semestre.
Investigação revela que associação entre o investidor e o mercado de proteção patrimonial nasceu de uma confusão com o filme Protector. O mercado real, porém, vive momento histórico.
Novo marco legal do transporte público coletivo e pipeline de 187 projetos redesenham o mercado de PPPs de mobilidade no país
Captação recorde, mudanças tributárias e liquidez em alta redesenham o mercado de fundos imobiliários em 2026, com a pessoa física no centro da equação.
Projetos bilionários dependem da capacidade institucional de municípios que ainda carecem de estrutura técnica e administrativa para viabilizar PPPs e concessões até 2027.