Com R$ 300 bilhões projetados pelo BNDES para 2026, o Brasil lidera um ciclo inédito em que transporte, energia e digitalização se fundem em um único vetor de c
A Lei 15.190/2025 promete acelerar projetos, mas a polarização regulatória cria um novo tipo de incerteza para investidores de longo prazo
Com R$ 280 bilhões do BNDES e projeção de R$ 300 bi em 2026, BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, XP e Santander protagonizam um superciclo de project finance.
Um plano mexicano de 5,6 trilhões de pesos e megaprojetos peruanos de US$ 3,8 bilhões definem o terreno onde operam os novos estruturadores.
Com 84% dos investimentos vindos do setor privado, executivos como Mahana, Alan Zelazo e Diogo Prosdocimi redefinem a lógica de viabilização de projetos no país
Com R$ 300 bilhões previstos para 2026, investidores de longa trajetória reposicionam veículos e teses para capturar o maior ciclo de concessões do Brasil.
Munir Jalil, Roberto Moreno Mejía e os perfis-chave que definem a próxima geração de projetos de infraestrutura na Colômbia, Peru e Chile.
Executivos como Alfredo Khouri, Jorge Goldenstein e Milton Goldfarb ocupam posições estratégicas num ciclo de concessões sem precedentes.
Luis Rosendo Gutiérrez Romano, David Guillermo Miranda Herrera e Eudelio Garza Mercado configuram um novo estrato de decisão no modelo de investimento misto reg
Grupo Vazol compromete US$ 8,5 bilhões até 2028 enquanto novos atores regionais reconfiguram o ecossistema de capital privado em infraestrutura mexicana.
Com R$ 500 milhões alocados em ativos logísticos e vacância no menor nível histórico, plataformas híbridas redesenham a fronteira entre imóveis e concessões.
Munir Jalil, Roberto Moreno Mejía, David Guillermo Miranda Herrera e o caso Rawlins formam o mapa de poder que determina o fluxo de capital para projetos andino
Ilion Partners, LP Bens e Jotagê Engenharia representam uma nova geração de investidores que ocupam o middle market de concessões e PPPs com teses próprias e es
Um mapeamento dos veteranos do capital que ainda controlam os fluxos de investimento em infraestrutura rodoviária, energética e logística na região.
Executivos que transitam entre real estate e infraestrutura pesada estão importando práticas de gestão, sucessão e alocação de capital para um setor em plena tr