Modelo híbrido de financiamento ganha protagonismo no ciclo de universalização até 2033, com executivos de perfil técnico-regulatório liderando a estruturação
A arquitetura institucional por trás da modelagem de PPPs define o ritmo real do pipeline e exige governança que combine fluência regulatória com disciplina de mercado.
Executivos reunidos pelo GRI Institute identificam pontos críticos que precisam ser enfrentados para que as metas sejam alcançadas; confira
Com ao menos seis leilões previstos para 2026 e instrumentos de blended finance ganhando escala, o próximo ciclo de estruturação exige uma nova lógica institucional.
A estruturação de projetos de água e esgoto enfrenta um dilema institucional: sem articulação entre financiamento público e instrumentos como debêntures de infraestrutura e FI-Infra, o ciclo 2026-2027 pode perder velocidade antes de alcançar escala.
Com apenas 52% do esgoto tratado, a capital gaúcha acelera a transição do modelo de autarquia para concessão parcial, com estudos em fase final e leilão previsto para o primeiro semestre de 2027.
Urbanizadoras e loteadoras de médio porte migram para concessões municipais em um mercado que já soma R$ 757 bilhões em projetos estruturados no país.