Com 44,8% da população sem coleta de esgoto e investimentos bilionários em estruturação, o próximo ciclo de concessões exige mais do que capital: exige capacidade institucional.
Reforma administrativa da autarquia gaúcha integra drenagem urbana e proteção contra cheias à modelagem de concessão, criando caso inédito no país
Decisões de autarquias municipais de água e esgoto tornaram-se indicadores antecipados para alocação de capital em real estate. O DMAE de Porto Alegre ilustra essa dinâmica.
Investimentos em infraestrutura de água e esgoto elevam aluguéis em até 30% e desbloqueiam novos land banks em municípios fora do eixo Rio-São Paulo.
Executivos públicos de utilities municipais redesenham a interface entre infraestrutura hídrica e desenvolvimento fundiário, criando oportunidades concretas para o real estate
Com dezenas de projetos em fase avançada e uma legislação ambiental reformulada, o Brasil entra em um ciclo inédito de estruturação de concessões e PPPs no saneamento básico.
A corrida pela universalização exige mais do que capital. Capacidade técnica subnacional e modelos híbridos de financiamento são as variáveis decisivas do ciclo 2026-2030.