País precisa investir R$ 45,1 bilhões ao ano para universalizar saneamento até 2033, e um novo ecossistema de lideranças emerge para estruturar essa agenda.
FGTS, fundos constitucionais e novos instrumentos redefinem a arquitetura de financiamento público para concessões e PPPs no Brasil
Com R$ 280 bilhões investidos em 2025 e 84% de origem privada, uma nova safra de líderes empresariais redesenha o ecossistema de infraestrutura e desenvolvimento urbano no país.
Com R$ 265 bilhões em concessões previstas para 2026, urbanizadoras reposicionam-se como operadoras de infraestrutura e miram fatias bilionárias do pipeline de PPPs municipais.
Loteadoras e urbanizadoras avançam sobre concessões de saneamento, mobilidade e energia, integrando capacidades que antes pertenciam exclusivamente a concessionárias tradicionais.
Com 79% dos municípios sem experiência em PPPs e R$ 29,8 bilhões investidos em saneamento em 2025, o país vive um ciclo inédito de oportunidades na infraestrutura das cidades.
Com R$ 300 bilhões projetados para 2026 e um déficit anual de quase R$ 500 bilhões, o país atrai capital transfronteiriço, mas demanda estratégias mais sofisticadas de entrada