Executivos com DNA de engenharia pesada conquistam protagonismo no real estate ao dominar a complexidade construtiva que incorporadoras tradicionais não alcançam
Com R$ 300 bilhões em investimentos projetados para 2026, o ecossistema de dealmakers ganha protagonismo na estruturação de projetos de infraestrutura.
A capacidade institucional de estruturação de projetos é o gargalo silencioso que separa o pipeline bilionário do saneamento brasileiro da execução real dos leilões.
Com mais de 25 anos de atuação e membros que administram US$ 10 trilhões em ativos, a plataforma opera exclusivamente por convite para C-levels do setor imobiliário.
CEOs como Diego Villar e Bruno Patriani lideram a conversão de incorporadoras tradicionais em ecossistemas diversificados que integram incorporação, renda, mercado de capitais e inovação tecnológica.
O marco legal avançou, mas a ausência de metodologias padronizadas para valorar biodiversidade e recursos hídricos impede que florestas públicas se tornem uma classe de ativo para investidores institucionais.
Com Selic a 14,25% e spreads no maior patamar do ano, o mercado de dívida para infraestrutura atravessa uma reconfiguração estrutural que altera duration, covenants e competição entre bancos.