Braço imobiliário da família Fares opera o maior ativo logístico do Brasil e exemplifica a transição de family offices para desenvolvedores operacionais sofisticados.
A convergência entre real estate e infraestrutura exige um novo perfil de liderança: profissionais que dominam a engenharia financeira e a execução operacional de transações bilionárias.
Com R$ 280 bilhões investidos em 2025, uma nova geração de líderes operacionais assume protagonismo em concessões de médio porte e projetos regionais estratégicos.
A Lei 15.190 cria categorias inéditas de receita acessória verde que alteram a engenharia financeira das concessões rodoviárias já operacionais no Brasil.
Holdings diversificadas com origem fora do real estate estruturam divisões imobiliárias com governança institucional e executivos-ponte para capturar o ciclo de 2026.
Ciclo recorde de leilões federais abre espaço para grupos diversificados que enxergam infraestrutura como vetor estratégico de portfólio
Perfis híbridos como Fabio Russo Correa e Edith Bertoletti indicam nova fase de profissionalização na estruturação de fundos e ativos de real estate no Brasil