Conglomerados industriais como o Grupo Tavares de Melo migram para ativos regulados em busca de previsibilidade de caixa, mas enfrentam desafios de governança e bankability
Antonio Mazzafera, José Carlos Cassaniga e Rodrigo Arruy concentram influência na governança de rodovias e mobilidade no maior pipeline de PPPs da história do Brasil
Com R$ 84,9 bilhões em capex previstos para rodovias e Selic projetada em 12,25%, a precificação dos leilões depende cada vez mais da sofisticação na modelagem financeira e na gestão de custos de construção.
Executivos com passagem pelo governo federal e estadual ocupam posições estratégicas no setor privado e lideram a agenda de concessões e PPPs que soma mais de R$ 265 bilhões em 2026.
Com R$ 265 bilhões em concessões e PPPs contratadas previstas para 2026, novos líderes emergem na reconfiguração de ativos rodoviários, urbanos e energéticos.
Com R$ 703,6 milhões liquidados no primeiro bimestre de 2026, o estado concentra leilões rodoviários bilionários e atrai novos dealmakers ao ecossistema regional.
Family offices brasileiros avançam sobre rodovias, energia e saneamento num ciclo de R$ 300 bilhões, mas governança e estrutura de capital definem quem ficará no jogo