Com R$ 12 bilhões em investimentos previstos até o fim do ano, o setor enfrenta riscos operacionais, climáticos e regulatórios que ainda não entraram na conta de muitos investidores.
Debêntures incentivadas e de infraestrutura já somam R$ 52,35 bilhões até abril, com energia elétrica liderando o pipeline e bancos locais e internacionais disputando protagonismo.
Fundos imobiliários brasileiros ainda são altamente dependentes do varejo local, e ETF é rampa de acesso para os gringos
Beto Horst, Bruno Fakiani e uma nova camada de liderança paranaense convertem patrimônio industrial e capital de alta renda em incorporação de alto padrão
Estado bateu recorde histórico de investimentos empenhados em 2025 e projeta novo patamar fiscal para 2026, atraindo lideranças do setor privado
A convergência entre debêntures incentivadas, debêntures de infraestrutura e FI-Infra cria uma classe de ativos de renda fixa com escala inédita para fundos de pensão e seguradoras.
De Curitiba a Maringá, fortunas do agronegócio, cooperativismo e indústria migram para o desenvolvimento imobiliário institucional e criam um ecossistema de funding singular