Crise em gestora capixaba expõe fragilidades na governança de fundos regionais enquanto setor de infraestrutura atinge patamar histórico de aportes privados
A convergência entre infraestrutura digital e mercado de capitais expõe lacunas nos instrumentos tradicionais e exige estruturação financeira sob medida para o setor.
A movimentação de executivos entre UBS, Santander, BTG e Barclays configura um fenômeno estrutural que altera pipelines de investimento cross-border no ciclo 2026-2028.
A reestruturação dos bancos de atacado e a reprecificação do funding sinalizam que o mercado de capitais assume protagonismo inédito no financiamento de concessões e PPPs.
A geração de fundadores-controladores permanece no centro das decisões estratégicas de capital e sucessão em um ciclo marcado por Selic elevada, reforma tributária e crédito recorde.
Recursos livres via mercado de capitais podem expandir até 66% no ano, segundo a Abecip, e redefinem o funding do setor imobiliário brasileiro
Crise de governança na gestora capixaba expõe fragilidades do mercado regional e reforça o papel de instituições como ApexBrasil e CEBRI na atração de investimento estrangeiro para o pipeline de concessões do país.
Mapa do ecossistema de promoção de investimentos revela como lideranças institucionais conectam capital global ao pipeline brasileiro de concessões e PPPs.
A sexta maior construtora do Minha Casa Minha Vida ilustra os limites e oportunidades de um caminho que esbarra em governança, garantias e modelagem financeira