Com investimentos recordes projetados para 2026, o Brasil redesenha instrumentos de proteção cambial e financeira para atrair fluxos intra-LatAm. A questão é se a engenharia será suficiente.
Com R$ 265 bilhões em concessões previstas para 2026, urbanizadoras reposicionam-se como operadoras de infraestrutura e miram fatias bilionárias do pipeline de PPPs municipais.
Com vacância em mínimas históricas e 3,2 milhões de m² previstos para entrega, o evento reúne dealmakers do setor logístico em São Paulo
De turbinas móveis para data centers a projetos ferroviários de R$ 25 bilhões, uma geração de operadores redefine critérios de seleção de ativos fora do eixo das grandes gestoras.
Com 3,5 milhões de m² de absorção líquida em 2025 e vacância no menor patamar histórico, o setor logístico brasileiro entra em 2026 em ciclo de pressão sobre oferta e aluguéis.
Loteadoras e urbanizadoras avançam sobre concessões de saneamento, mobilidade e energia, integrando capacidades que antes pertenciam exclusivamente a concessionárias tradicionais.
Bruno Zanini, Austin Urbanismo e a convergência entre loteamento de qualidade, infraestrutura e investidores institucionais na tese que transforma o mercado de R$ 100 bilhões
Com 79% dos municípios sem experiência em PPPs e R$ 29,8 bilhões investidos em saneamento em 2025, o país vive um ciclo inédito de oportunidades na infraestrutura das cidades.
Bruno Zanini e outros líderes com perfil operacional estão na fronteira entre a logística tradicional e a nova infraestrutura digital, redesenhando a alocação de capital no setor.