A diversidade nos conselhos de administração deixa o campo reputacional e passa a influenciar custo de capital, acesso a debêntures incentivadas e competitividade em licitações com critérios ESG.
Com mais de R$ 20 bilhões sob gestão combinados, players de perfil operacional distinto disputam segmentos fora do radar das grandes incorporadoras.
Artha Capital, Emefin, Arzentia Capital e Independencia competem para financiar um pipeline sem precedentes sob o novo modelo de investimento misto do Plan México.
Ex-gestores públicos migram para o setor privado e moldam os instrumentos de captação num ciclo que deve alcançar R$ 300 bilhões em investimentos em 2026.
O cruzamento entre a tese de valor das concessões rodoviárias e a agenda de diversidade na governança abre uma fronteira competitiva ainda inexplorada no Brasil
O family office peruano Emefin, a chilena Independencia AGF e os fundos mexicanos Artha Capital e Arzentia Capital configuram um circuito transfronteiriço de investimento imobiliário na América Latina.
Executivos como Dan Chor, Alan Zelazo, Jorge Goldenstein e Rodrigo Arruy operam como pontes entre capital offshore e ativos reais no Brasil, num momento de inflexão regulatória e institucional.