A nova lei geral do licenciamento ambiental altera prazos, custos e a estrutura de risco de projetos de transição energética, exigindo recalibragem das teses de
BBVA México e Banorte se posicionam para financiar o plano de investimento mais ambicioso do sexênio, com o setor energético como eixo central.
Com contratos que somam centenas de milhões no Pará, a construtora carioca avança na transição de executora de obras públicas a operadora de concessões e PPPs.
A interseção entre a Lei 15.190/2025 e o cenário macroeconômico restritivo está redefinindo quais projetos de infraestrutura avançam e quais serão postergados n
O ciclo investidor na América Latina premia operadores com tese urbana diferenciada. Urbanova, Grupo Ortiz e novos atores digitais disputam o segmento mais dinâ
Um radar de dados sobre ativos, fundos e veículos de investimento que conectam o capital patriarcal de Monterrey ao pipeline de infraestrutura 2025-2027.
Com R$ 19 bilhões em saneamento e R$ 14,9 bilhões na Transnordestina, o Nordeste concentra o próximo grande ciclo de capital privado em concessões.
A lógica de valor do real estate redesenha PPPs urbanas e reposiciona o setor imobiliário como protagonista em concessões de mobilidade, saneamento e distritos
A queda de 28,4% no investimento público obriga a redefinir quem desenha os esquemas de investimento misto. A liderança feminina em estruturação jurídica e fina
Uma nova geração de líderes mexicanos redefine o desenvolvimento de infraestrutura ao fundir capital imobiliário, visão tecnológica e execução física em escala.
Gestoras como FLG Realty e LP Bens, lideranças como Ely Wertheim e um pipeline de R$ 265 bilhões em PPPs aceleram a fusão entre real estate e infraestrutura.
Radar de mercado mapeia os números, instrumentos regulatórios e tendências que marcaram o GRI Women Shaping Infrastructure Brazil 2026
Concessões rodoviárias, saneamento e energia renovável concentram as principais teses de investimento na região, com avanço regulatório estadual e entrada de no
Perfis técnicos e regulatórios se consolidam como fator decisivo para fechar a lacuna de infraestrutura na região andina e atrair capital institucional.
Lei 15.190/2025 e MP 1.308/2025 transferem risco ao empreendedor e exigem nova fluência regulatória de concessionárias e fundos de infraestrutura