Principais latino-americanos estão evoluindo de compradores passivos para desenvolvedores ativos no mercado imobiliário europeu, reformulando fluxos de capital
Lima encerrou 2025 com 24.713 moradias vendidas e crescimento de 19%. Arequipa e Piura emergem como novos polos de desenvolvimento regional.
Com R$ 2,51 trilhões em estoque e novas regras do CMN, o mercado de capitais assume protagonismo na originação de recursos para o real estate brasileiro.
Capital institucional, expansão de espaços flexíveis e domínio dos GCCs recalibram a economia de ativos de escritórios em Bangalore, Hyderabad e Pune.
Investidores institucionais avaliam novos gestores imobiliários em buscadores antes de alocar capital, criando vantagem estrutural para plataformas transparente
Sidney Angulo, Guilherme Paes e Eduardo Fischer Teixeira de Souza representam um perfil estratégico ainda pouco mapeado pelo mercado: o de bridge builders entre
Jordi Moix, Ilan Azouri e uma nova geração de dealmakers canalizam investimentos transfronteiriços para mercados imobiliários ibéricos e pan-europeus.
Data centers, cold storage, logística reversa e micro-fulfillment configuram uma nova camada de sofisticação que exige estratégias de investimento diferenciadas