O cruzamento entre a tese de valor das concessões rodoviárias e a agenda de diversidade na governança abre uma fronteira competitiva ainda inexplorada no Brasil
Lei 15.190 é o maior avanço regulatório ambiental do Brasil em quatro décadas, mas a incapacidade de que seja executada cria um novo tipo de risco
Saneamento lidera pipeline com PPPs previstas para 261 municípios, enquanto energia renovável e transporte ampliam a fronteira de investimentos na região
O family office peruano Emefin, a chilena Independencia AGF e os fundos mexicanos Artha Capital e Arzentia Capital configuram um circuito transfronteiriço de investimento imobiliário na América Latina.
Executivos como Dan Chor, Alan Zelazo, Jorge Goldenstein e Rodrigo Arruy operam como pontes entre capital offshore e ativos reais no Brasil, num momento de inflexão regulatória e institucional.
O modelo tradicional de governança em infraestrutura mexicana enfrenta uma tensão estrutural com a nova geração de estruturadores financeiros e a Lei de Infraestrutura 2026.
Conglomerados do Sul com DNA de manufatura e siderurgia diversificam portfólios rumo a concessões rodoviárias e ativos reais de longo prazo no Brasil
Alan Zelazo, Dan Chor, Jorge Goldenstein e Ely Wertheim operam na interface entre investidores internacionais e grandes ativos no Brasil, redesenhando a originação de negócios num cenário de Selic a 15%
A Licença Ambiental Especial acelera relicitações e repactuações de rodovias já pavimentadas, alterando a equação de risco para investidores com capital alocado em ativos operacionais.
Com portfólio de R$ 6 bi e foco fora do eixo Faria Lima, butiques de investimento imobiliário ampliam presença em nichos regionais e de retrofit urbano
O diretor-geral do BBVA México acumula mais de três décadas na instituição e lidera uma estratégia de financiamento alinhada ao plano de infraestrutura 2026-203
Uma onda de refinanciamento de €500 bilhões e regulações bancárias mais rígidas estão redefinindo quem empresta, quem toma e a que preço no imobiliário europeu.
A convergência entre licenciamento ambiental, concessões de telecom e modelagem financeira define o ritmo de expansão dos ativos digitais no Brasil.