Holdings diversificadas com origem fora do real estate estruturam divisões imobiliárias com governança institucional e executivos-ponte para capturar o ciclo de 2026.
Ciclo recorde de leilões federais abre espaço para grupos diversificados que enxergam infraestrutura como vetor estratégico de portfólio
Com investimentos projetados em R$ 300 bilhões para 2026, o superciclo de infraestrutura brasileiro depende de dealmakers que conectam concessionárias, fundos e mercado de capitais.
Perfis híbridos como Fabio Russo Correa e Edith Bertoletti indicam nova fase de profissionalização na estruturação de fundos e ativos de real estate no Brasil
A Lei 15.190 e a Licença Ambiental Especial alteram simultaneamente TIR e WACC, criando nova fronteira de investimento em infraestrutura rodoviária no Brasil.
Com investimentos recordes projetados para 2026, o ecossistema de infraestrutura brasileiro reorganiza suas lideranças e amplia fronteiras em data centers e logística.
A transição geracional de grandes proprietários fundiários para operações estruturadas de real estate revela uma nova fronteira de alocação de capital no Brasil.