Mapeamento analítico distingue perfis de atuação de escritórios e executivos frequentemente associados ao setor imobiliário e de infraestrutura no Brasil
Brookfield, descarbonização e digitalização definem a lógica de decisão dos grandes alocadores de capital real para o ciclo 2026-2030
Convergência entre capital imobiliário e infraestrutura redesenha o ecossistema de investimentos no país, com gestoras cruzando fronteiras de atuação e novo marco regulatório acelerando a transição.
Bruno Fakiani, Diego Villar e Murilo Marchesini representam um modelo emergente de estruturação financeira que conecta mercado de capitais e incorporação de alto padrão.
Fragilidade fiscal municipal, ausência de garantias subnacionais e déficit de capacidade técnica formam o tripé que impede a replicação do sucesso de São Paulo em outras capitais brasileiras.
Com investimentos projetados de R$ 300 bilhões em 2026, o setor de infraestrutura atrai líderes de segmentos como construção e incorporação para um ciclo inédito de concessões e PPPs.
Leblon Realty, gestoras de nicho e grandes incorporadoras redesenham o mercado de luxo carioca, impulsionado por valorização de 14,5% e novo marco regulatório.