Estado reúne 15 iniciativas ativas de concessões e parcerias público-privadas no primeiro semestre de 2026, atraindo capital privado para saneamento, educação e desenvolvimento urbano.
Urbanizadoras e loteadoras de médio porte migram para concessões municipais em um mercado que já soma R$ 757 bilhões em projetos estruturados no país.
O redesenho institucional do financiamento público ao saneamento exige nova governança, instrumentos calibrados e maior coordenação entre entes federativos.
Empresas como Fortcasa trazem expertise local para disputar parcerias público-privadas, desafiando a lógica de que apenas grandes players nacionais dominam esse mercado.
Fragilidade fiscal municipal, ausência de garantias subnacionais e déficit de capacidade técnica formam o tripé que impede a replicação do sucesso de São Paulo em outras capitais brasileiras.
Com participação na Rota do Pará e liderança em PPP de cemitérios em São Paulo, a Conata diversifica receitas e amplia presença no mercado de infraestrutura
Com R$ 265 bilhões em concessões previstas para 2026, urbanizadoras reposicionam-se como operadoras de infraestrutura e miram fatias bilionárias do pipeline de PPPs municipais.