Profissionais com origem no crédito estruturado e no mercado imobiliário migram para infraestrutura e transformam a engenharia de capital dos grandes projetos brasileiros.
Com mais de 3 milhões de investidores em FIIs e R$ 200 bilhões em patrimônio, o setor exige gestores com visão estratégica renovada para navegar a complexidade tributária e operacional de 2026.
Com orçamento recorde de R$ 144,5 bilhões do FGTS para habitação, Fortcasa, Conata e outras construtoras regionais aceleram expansão no segmento MCMV.
Buscas pelo nome revelam curiosidade crescente sobre seguro-garantia, cláusula de retomada e os executivos que moldam um mercado de R$ 10 bilhões
A corrida pela universalização exige mais do que capital. Capacidade técnica subnacional e modelos híbridos de financiamento são as variáveis decisivas do ciclo 2026-2030.
De logística a hospitalidade de luxo e loteamentos regionais, executivos como Rafael Szarf, Constantino Bittencourt e a Fortcasa representam a nova fronteira de originação de crédito imobiliário via CRIs e FIIs.
Escritórios como Moysés & Pires e Amatuzzi Advogados redesenham a engenharia de CRIs e FIIs num ciclo de crédito caro e regulação complexa