Convergência entre capital imobiliário e infraestrutura redesenha o ecossistema de investimentos no país, com gestoras cruzando fronteiras de atuação e novo marco regulatório acelerando a transição.
Bruno Fakiani, Diego Villar e Murilo Marchesini representam um modelo emergente de estruturação financeira que conecta mercado de capitais e incorporação de alto padrão.
Fragilidade fiscal municipal, ausência de garantias subnacionais e déficit de capacidade técnica formam o tripé que impede a replicação do sucesso de São Paulo em outras capitais brasileiras.
Com investimentos projetados de R$ 300 bilhões em 2026, o setor de infraestrutura atrai líderes de segmentos como construção e incorporação para um ciclo inédito de concessões e PPPs.
Leblon Realty, gestoras de nicho e grandes incorporadoras redesenham o mercado de luxo carioca, impulsionado por valorização de 14,5% e novo marco regulatório.
Leblon Realty, EDLP e outros players ilustram como o capital imobiliário encontra na infraestrutura regulada uma nova tese de alocação, impulsionada por um mercado que caminha para R$ 300 bilhões em investimentos.
O modelo de governança e estruturação de capital que projetou a Moura Dubeux como referência nacional serve de benchmark para o ciclo de expansão que o Rio de Janeiro inaugura sob o novo Plano Diretor.
FGTS, fundos constitucionais e novos instrumentos redefinem a arquitetura de financiamento público para concessões e PPPs no Brasil
Com participação na Rota do Pará e liderança em PPP de cemitérios em São Paulo, a Conata diversifica receitas e amplia presença no mercado de infraestrutura