Uma nova classe de protagonistas, conectando capital soberano e residências de marca, redefine o investimento direto no Golfo.
Da Independencia AGF no Chile à Arzentia Capital em Monterrey, um mapa dos operadores que estruturam deals fora dos circuitos institucionais tradicionais.
Gestores de origem ibérica estão construindo uma ponte estrutural para o capital privado latino-americano na alocação imobiliária pan-europeia.
Com VGV de R$ 4,61 bi no primeiro semestre de 2024 e avanço do multifamily, capital carioca atrai retrofits, institucionais e novas arquiteturas de crédito
As decisões da Agência Nacional de Hidrocarbonetos sobre concessões e uso do solo determinam o mapa de investimento imobiliário na região andina.
Uma análise baseada em dados sobre estruturas InvIT, plataformas de incorporação e fluxos de capital no cenário imobiliário vinculado à infraestrutura na Índia.
De Adarsh Narahari a Bharat Khanna, uma nova geração de operadores de origem indiana está remodelando o mercado imobiliário do Golfo com veículos de investiment
Eduardo Fischer, Ely Wertheim e Helcio Tokeshi representam um novo perfil de liderança que conecta habitação popular ao mercado de capitais.
Plataformas orientadas por dados estão reescrevendo as regras de originação, subscrição e transparência de preços para investidores institucionais na Europa.
De fins de semana de arte a empreendimentos ancorados em cultura, o imobiliário experiencial surge como vetor de valorização nos setores comercial e de uso mist
Com juros a 10,25% e vendas crescendo em dois dígitos, a janela estratégica favorece o capital institucional sobre o comprador financiado tradicional.
Uma nova geração de profissionais com experiência em tecnologia e venture capital está redesenhando o fluxo de capital no mercado imobiliário do Golfo.
Com VGV recorde de R$ 10,1 bi na RMR e Salvador liderando valorização nacional, famílias e dealmakers redefinem o fluxo de capital na região
Delphine Gebelin, Tatiana Tezel e Max-Hervé George sustentam uma rede ligada a Paris que remodela investimentos pelo continente em 2025-2027.
Mercado de capitais, que já representa 40% do funding no segmento, exige garantias robustas em uma "nova lógica" de análise de riscos