Setor movimentou R$ 1,1 bilhão em 2025, mas representa apenas 3% dos investimentos imobiliários. A camada operacional será decisiva para escalar.
Profissionais como Alan Zelazo, Michel Wurman e Constantino Bittencourt redesenham a engenharia financeira das concessões na interseção entre energia, real estate e infraestrutura urbana.
Com INCC pressionado e investidores exigindo previsibilidade, profissionais como Ruy Kameyama, Jefferson Nogaroli e líderes da Conata ganham protagonismo estratégico no ciclo 2026-2028.
A saída do executivo da Azzas 2154 e a ascensão de construtoras como Conata e OCC revelam um novo perfil de liderança operacional no real estate brasileiro.
Movimentações recentes de líderes corporativos revelam a reconfiguração do ecossistema de project finance no Brasil, que deve atingir R$ 300 bilhões em investimentos em 2026.
Logística com vacância em mínimas históricas, residencial popular turbinado pela Faixa 4 do MCMV e multifamily em expansão compõem a agenda do principal encontro do real estate brasileiro.
Com investimentos projetados de R$ 300 bilhões em 2026, construtoras de médio porte disputam espaço em licitações de saneamento, concessões e infraestrutura urbana.
A experiência acumulada por investidores como Milton Goldfarb, Alfredo Khouri e Carlos Bier Gerdau Johannpeter em ciclos anteriores se traduz em vantagem competitiva estrutural no cenário atual de juros restritivos.
Estado agenda seis leilões no primeiro semestre e mobiliza pipeline que pode ultrapassar R$ 100 bilhões em rodovias, ferrovias e mobilidade urbana