PixabayMarcelo da Costa Santos assume como co-CEO da Sindona
Gestão será compartilhada com Bruno Sindona em período de transição, após o qual assume integralmente o cargo.
23 de janeiro de 2019Mercado Imobiliário
Desde o último dia 15 de janeiro, Bruno Sindona divide a cadeira de CEO da Sindona Incorporadora com Marcelo da Costa Santos, recém-egresso da NAI Brazil (antiga Engebanc Real Estate) – vendida à Binswanger em novembro. Os dois profissionais vão compartilhar a função pelos próximos meses. Concluído esse período de transição, Santos assumirá integralmente a função de CEO e Sindona, no conselho de administração, passará a se dedicar exclusivamente a inovação e estratégia.
"Espero que, em no máximo um ano, Santos esteja 100% na gestão e eu, focando em novos projetos, marketing e desenvolvimento de produtos. Eu voo e inovo, e ele permanece no dia a dia, centrado nos processos, na solidez do negócio e no contingenciamento de riscos", diz Bruno Sindona. "Não dá para ser uma empresa com 'cara' de startup para sempre. Queremos esse contraponto [entre nossos perfis profissionais complementares] para crescer bastante", adiciona.
"Sindona é extremamente criativo e pensa estrategicamente o futuro. Meu trabalho será tocar o dia a dia, criar procedimentos e preparar a companhia para um novo patamar", reitera Santos. Ele considera que o momento de sua chegada à incorporadora não poderia ser mais adequado, inserido em um cenário que combina 'fim da crise macroeconômica, início de um novo ciclo imobiliário e otimismo natural com o novo presidente da República".
O desafio, segundo os co-CEOs, é preservar a cultura da Sindona e estabelecer bases firmes para uma expansão mais acelerada. "Acreditamos que o mercado está desamparado de bons produtos e bom atendimento ao cliente. Com isso, temos um mar aberto para navegar", aponta Sindona.
Uma das principais contribuições de Santos, por seu histórico como executivo de empresas de vários portes e bagagem na área de finanças, será a instauração de processos mais estruturados de governança corporativa e compliance na gestão da incorporadora. "Queremos que a Sindona tenha níveis semelhantes aos de uma companhia listada em Bolsa", adianta.
"Apesar da complexidade, nosso negócio está altamente relacionado de fluxo de caixa. Percebi que muitas empresas se perderam nesse aspecto e foram sacrificadas por estratégias financeiras erradas. Demoraríamos para construir essa expertise, mas a entrada de Santos nos coloca em um padrão eficiente", avalia Sindona.
Planos para 2019
Para 2019, a expectativa da Sindona Incorporadora é lançar cerca de R$ 300 milhões em VGV, preservando seu DNA de atender a demandas do público de baixa renda em São Paulo – notadamente na região Oeste da Região Metropolitana de São Paulo (Osasco, Carapicuíba etc.). Segundo Santos, para o futuro, não se descarta olhar para outros Estados; porém, com muito critério. "Não podemos incidir em erros que competidores cometeram na euforia dos IPOs", ressalta.
Neste ano, a Sindona também trabalha na formatação de um empreendimento multiúso em Osasco, que deve ser anunciado até o começo do segundo semestre e lançado em 2020, com VGV estimado em R$ 740 milhões. Esse projeto contribuiu fortemente para a parceria entre Bruno Sindona e Costa. Ambos se conheceram no GRI Club, do qual são membros, e se aproximaram mais intensamente em 2017, quando a Sindona contratou a então Engebanc Real Estate para apoiá-la nesse plano.
"Espero que, em no máximo um ano, Santos esteja 100% na gestão e eu, focando em novos projetos, marketing e desenvolvimento de produtos. Eu voo e inovo, e ele permanece no dia a dia, centrado nos processos, na solidez do negócio e no contingenciamento de riscos", diz Bruno Sindona. "Não dá para ser uma empresa com 'cara' de startup para sempre. Queremos esse contraponto [entre nossos perfis profissionais complementares] para crescer bastante", adiciona.
"Sindona é extremamente criativo e pensa estrategicamente o futuro. Meu trabalho será tocar o dia a dia, criar procedimentos e preparar a companhia para um novo patamar", reitera Santos. Ele considera que o momento de sua chegada à incorporadora não poderia ser mais adequado, inserido em um cenário que combina 'fim da crise macroeconômica, início de um novo ciclo imobiliário e otimismo natural com o novo presidente da República".
O desafio, segundo os co-CEOs, é preservar a cultura da Sindona e estabelecer bases firmes para uma expansão mais acelerada. "Acreditamos que o mercado está desamparado de bons produtos e bom atendimento ao cliente. Com isso, temos um mar aberto para navegar", aponta Sindona.
Uma das principais contribuições de Santos, por seu histórico como executivo de empresas de vários portes e bagagem na área de finanças, será a instauração de processos mais estruturados de governança corporativa e compliance na gestão da incorporadora. "Queremos que a Sindona tenha níveis semelhantes aos de uma companhia listada em Bolsa", adianta.
"Apesar da complexidade, nosso negócio está altamente relacionado de fluxo de caixa. Percebi que muitas empresas se perderam nesse aspecto e foram sacrificadas por estratégias financeiras erradas. Demoraríamos para construir essa expertise, mas a entrada de Santos nos coloca em um padrão eficiente", avalia Sindona.
Planos para 2019
Para 2019, a expectativa da Sindona Incorporadora é lançar cerca de R$ 300 milhões em VGV, preservando seu DNA de atender a demandas do público de baixa renda em São Paulo – notadamente na região Oeste da Região Metropolitana de São Paulo (Osasco, Carapicuíba etc.). Segundo Santos, para o futuro, não se descarta olhar para outros Estados; porém, com muito critério. "Não podemos incidir em erros que competidores cometeram na euforia dos IPOs", ressalta.
Neste ano, a Sindona também trabalha na formatação de um empreendimento multiúso em Osasco, que deve ser anunciado até o começo do segundo semestre e lançado em 2020, com VGV estimado em R$ 740 milhões. Esse projeto contribuiu fortemente para a parceria entre Bruno Sindona e Costa. Ambos se conheceram no GRI Club, do qual são membros, e se aproximaram mais intensamente em 2017, quando a Sindona contratou a então Engebanc Real Estate para apoiá-la nesse plano.