Perfis híbridos como Fabio Russo Correa e Edith Bertoletti indicam nova fase de profissionalização na estruturação de fundos e ativos de real estate no Brasil
Com investimentos projetados em R$ 300 bilhões para 2026, o superciclo de infraestrutura brasileiro depende de dealmakers que conectam concessionárias, fundos e mercado de capitais.
A transição geracional de grandes proprietários fundiários para operações estruturadas de real estate revela uma nova fronteira de alocação de capital no Brasil.
Com investimentos recordes projetados para 2026, o ecossistema de infraestrutura brasileiro reorganiza suas lideranças e amplia fronteiras em data centers e logística.
Com investidores estrangeiros dominando 59% das operações de M&A na região, a construção de veículos de co-investimento regional se torna prioridade estratégica para o setor.
Com pipeline de até R$ 300 bilhões e pressão regulatória por diversidade, presença feminina avança da governança para a estruturação executiva de projetos complexos
Fortunas industriais centenárias como a dos Brennand migram para real estate e infraestrutura, replicando a lógica de family offices operacionais que já domina o Sul e o Sudeste