Profissionais como Alan Zelazo, Michel Wurman e Constantino Bittencourt redesenham a engenharia financeira das concessões na interseção entre energia, real estate e infraestrutura urbana.
A saída do executivo da Azzas 2154 e a ascensão de construtoras como Conata e OCC revelam um novo perfil de liderança operacional no real estate brasileiro.
Movimentações recentes de líderes corporativos revelam a reconfiguração do ecossistema de project finance no Brasil, que deve atingir R$ 300 bilhões em investimentos em 2026.
Logística com vacância em mínimas históricas, residencial popular turbinado pela Faixa 4 do MCMV e multifamily em expansão compõem a agenda do principal encontro do real estate brasileiro.
Com investimentos projetados de R$ 300 bilhões em 2026, construtoras de médio porte disputam espaço em licitações de saneamento, concessões e infraestrutura urbana.
A experiência acumulada por investidores como Milton Goldfarb, Alfredo Khouri e Carlos Bier Gerdau Johannpeter em ciclos anteriores se traduz em vantagem competitiva estrutural no cenário atual de juros restritivos.
Dealmakers institucionais operam no epicentro de um mercado que bateu recordes de VGV mesmo sob juros restritivos, exigindo estruturas de capital cada vez mais sofisticadas.
Estado agenda seis leilões no primeiro semestre e mobiliza pipeline que pode ultrapassar R$ 100 bilhões em rodovias, ferrovias e mobilidade urbana
A expansão imobiliária do interior paulista cria um ecossistema inédito onde desenvolvedores locais e bancos de investimento redesenham a lógica de alocação de capital no Brasil